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sábado, 8 de setembro de 2012
sábado, 11 de agosto de 2012
Curso de prevenção sobre drogas ultrapassa a 112 mil inscritos
11/08/2012 - 11h10
Da Redação
Mais de 112 mil educadores se inscreveram no Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas, organizado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), em parceria com a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Universidade de Brasília e o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe). O curso faz parte da capacitação prevista no eixo prevenção do Programa Crack, é possível vencer, lançado em dezembro de 2011 pelo governo federal. Além de profissionais das redes de educação, o programa treinará agentes de segurança pública, justiça, saúde e assistência social, e também conselheiros e lideranças comunitárias e religiosas.
Como as inscrições superaram o número de vagas – 70 mil para esta edição do curso – , a organização terá de fazer uma seleção. Para a secretária nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte, o processo de seleção será um desafio e haverá preferência aos inscritos dos 12 estados que já aderiram ao programa Crack, é possível vencer. São eles: Alagoas, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Acre, Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Piauí, Paraná e Ceará. Além disso, será avaliado o número de inscritos por unidade educacional e a participação das escolas em programas do Ministério da Educação, tais como o Saúde na Escola e o Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas.
O curso é a distância e será ministrado entre agosto de 2012 e abril de 2013. Os educadores serão capacitados para elaboração e implementação de um conjunto de ações preventivas nas escolas onde atuam. O objetivo é contribuir para fortalecimento da comunidade escolar na prevenção ao uso de drogas.
O propósito da Senad é ter 14 mil escolas inscritas no curso e atingir cerca de 2,8 milhões de alunos. Ao final do treinamento, os aprovados receberão Certificado de Curso de Extensão Universitária, de carga horária de 180 horas, emitido pela Universidade de Brasília (UnB).
O Programa Crack, é Possível Vencer prevê a realização de mais dois treinamentos para educadores nos anos de 2013 e 2014, cada um com 70 mil vagas. As três edições vão representar um total de 8,4 milhões de alunos atendidos. O investimento para as três edições é de aproximadamente R$ 14 milhões.
Programa “Crack, É possível Vencer”
Com investimento de R$ 4 bilhões da União até 2014 e articulação com estados, Distrito Federal e municípios, além da participação da sociedade civil, o Programa tem o objetivo de aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários drogas, enfrentar o tráfico e as organizações criminosas e ampliar atividades de prevenção. As ações estão estruturadas em três eixos: cuidado, autoridade e prevenção.
O programa conta com a atuação direta dos ministérios da Justiça, da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, além da Casa Civil e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Sociedade não quer liberar maconha, diz presidente da CCJ
03 de julho de 2012 • 19h50 • atualizado às 20h00
O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Eunício Oliveira (PMDB-CE), disse nesta terça-feira que os brasileiros não querem a liberação da maconha. As informações são da Agência Senado.
Veja os principais pontos do novo Código Penal
"Acho que a liberação da maconha não é importante para a sociedade brasileira. Eu não venho recebendo esse feedback," comentou Eunício com base em seus contatos públicos. A sociedade será ouvida em audiências públicas e também poderá encaminhar sugestões por mensagens eletrônicas, assegurou o presidente da CCJ.
Pelo novo Código Penal, o porte para consumo próprio da droga deixa de ser crime até uma quantidade para o uso médio de cinco dias. Não haverá também crime no plantio e colheita de quantidade para consumo pessoal, mas o uso em locais com presença de crianças e jovens pode ser motivo para prisão.
Questionado sobre a maioridade penal, o presidente da comissão afirmou que ele próprio considera necessária uma revisão, mas a redução da criminalidade não depende apenas das normas penais. "Hoje o sistema penal não recupera ninguém. Ao contrário, degenera o preso." Ele defende a construção de presídios agrícolas em regiões áreas remotas, nos quais os presos se mantenham ocupados, trabalhando para seu autosustento.
O senador já definiu os senadores que, na esfera da CCJ, vão analisar o anteprojeto. Sob a coordenação do próprio Eunício Oliveira, o grupo de trabalho será formado por Pedro Taques (PDT-MT), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Ricardo Ferraço (PMDB-ES) e Jorge Viana (PT-AC).
domingo, 17 de junho de 2012
Caminhada anti drogas mobiliza Anastácio e Aquidauana em MS
O dia 26 de junho foi instituído pela Organização das Nações Unidas, ONU, em 1987, como o Dia Internacional contra o Abuso de Drogas e o Tráfico Ilícito.
No Brasil, o tema ganha ainda mais visibilidade, com caminhadas de conscientização, foi o que aconteceu na manhã de sábado (16) quando o prefeito de Anastácio (MS) Douglas Melo Figueiredo (PSDB) e o prefeito de Aquidauana Fauzi Suleiman (PMDB) percorreram as ruas de Anastácio saindo da Praça Garibaldi Medeiros em direção à praça dos estudantes em Aquidauana, por onde passaram demonstraram que estão enganjados na luta contra as drogas.
A caminhada contou ainda com a participação da juventude, entre eles alunos das escolas municipais, estadual e particular de Anastácio, integrantes dos programas e projetos sociais e várias Igrejas, entre elas "Avivamento de Deus" liderados pela Pastora Márcia Regina Ávila.
Em Mato Grosso do Sul, o Conselho Estadual Antidrogas (CEAD) e a Procuradoria de Justiça de Campo Grande encabeçam a mobilização contra o uso de drogas, em parceria com as Prefeituras de Aquidauana e Anastácio por meio da Secretaria de Assistência Social e do COMAD.
“É muito importante contarmos com o apoio do poder público nessa campanha comunitária e social contra as drogas. Juntos, podemos alcançar um número cada vez maior de pessoas, mobilizar famílias inteiras e, principalmente, os nossos jovens no combate e prevenção ao uso de drogas”, disse o Pr. Evanildo, presidente do COMAD lembrando que este é o terceiro ano consecutivo que "esta caminhada esta sendo realizada, para quem não acreditava o poder de Deus é muito maior".
Na Concha Acústica pastores e autoridades se revezaram em discursos e testemunhos manifestando-se contra as drogas.
Na fala das autoridades o assessor de políticas antidrogas de Aquidauana e também presidente do Conselho Municipal Antidrogas de Aquidauana, pastor Ailan José do Nascimento, destacou a urgência que é o combate as drogas e mostrou um pequeno texto que tinha produzido na madrugada que antecedeu o evento. O texto diz o seguinte em relação ao combate as drogas:
O COMBATE AS DROGAS, TEM QUE SER AGORA,
TEM QUE SER AGORA PORQUE OS NOSSOS JOVENS NÃO ESTÃO SE TORNANDO MAIS JOVENS;
TEM QUE SER AGORA PORQUE O AMANHÃ NUNCA ESTEVE TÃO AMEAÇADO QUANTO HOJE;
TEM QUE SER AGORA, JÁ, TEM QUE SER EU, TU, ELE, NÓS, VÓS E ELES;
TEM QUE SER AGORA PORQUE A PEDRINHA JÁ ROLOU E A MORENA JÁ GOSTOU;
TEM QUE SER AGORA;
PORQUE OS CORAÇÕES AOS 12 ANOS ESTÃO SENDO ARRANCADOS E JUNTAMENTE COM OS DEDOS ESTÃO SENDO ENTERRADOS;
TEM QUE SER AGORA;
E PORQUE É AGORA, NÃO PODE HAVER TEMPO PARA OUTRA COISA;
NÃO PODE HAVER DINHEIRO PARA OUTRA ATIVIDADE;
NÃO PODE HAVER ESPAÇO PARA OUTRA NECESSIDADE, ATÉ QUE O COMBATE ÀS DROGAS SEJA PRIORIDADE;
TEM QUE SER AGORA.
Com informações Lile Corrêa
quarta-feira, 13 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
O preço de ser quem você e´...
O preço de ser quem você é Desde que “me conheço por gente”, encontrava em livros, revistas, programas televisivos, etc, pessoas nos orientando a não ligarmos para o que os outros pensam, para o que os outros falam, e nem para os valores dos outros. A orientação geral sempre foi a de ouvirmos (e seguirmos) nossa consciência, ou nosso coração, como preferem os mais românticos. Mas isso tem um preço alto. Não sei quanto a você, mas quanto a mim, praticamente todos com quem entro em contato, se sentem influenciados fortemente por questões como prestígio, marcas, status, etc. Confesso que ao mesmo tempo em que também eu me sinto atraído por essas questões, desde criança essa “atração” trazia consigo uma certa desconfiança de que as coisas “chiques”, importantes, sofisticadas, e não só as “coisas”, mas as pessoas que ostentam esses valores, no fundo, bem no fundo, são pessoas tão simples quanto eu. E que por algum motivo, muito provavelmente a necessidade latente de se sentir importante, ou amado, as fazia buscar na ostentação, no alarde, o valor que não encontram em si mesmas. É difícil viver, e conviver com essa percepção. Vivemos num mundo de mentirinha, como diziamos quando crianças. O mundo corporativo então, é uma lástima nesse sentido. É raro, muito raro e até gratificante encontrar alguém nesse meio que aja com naturalidade. Gente que dispense a necessidade de “parecer” mais do que é. Em parte é até compreensível. O marketing, a publicidade, a necessidade de aumentar as vendas nos forçam a mentirmos, a aumentarmos, a aludirmos coisas que não existem. E sustentar todo esse mundo criado é ainda mais difícil. Você estará sempre sentindo como se equilibrasse pratos, ou mentiras). Contudo, pra quem sabe que o trovão faz do raio maior do que é, essas coisas não colam. A gratificação de encontrar gente assim, natural, me é cara, porque sei que também essas pessoas pagam um preço desconfortável por ser quem são em seu íntimo. Você precisa ser muito desprendido e desapegado desses valores comuns, supérfluos mas quase onipresentes. Parece que você está sempre do lado de fora. E o pior é quando você passa a questionar: Quem mesmo é que está do “lado de fora”? Não é a toa que movimentos como o Nova era, no século passado, e o Slow Life, atualmente, ganham força. Viver na mentira cansa. Frustra e angustía. O preço de existir é muito alto. Chega um momento em que você constata que o preço de viver com simplicidade, só com o que você precisa mesmo, é muito mais barato e traz mais benefícios. E você, tem alguma experiência nesse sentido? Ronaud Pereira
sábado, 19 de maio de 2012
Aceitação
A primeira impressão que temos quando ouvimos ou pensamos em aceitar, seja uma pessoa, um fato ou uma circunstância é de que estaremos nos submetendo ou nos subjugando, desistindo de lutar, sendo fracos.
De verdade, se quisermos modificar qualquer aspecto da nossa vida e de nós mesmos,devemos começar aceitando.
A aceitação é detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.
É difícil aceitar uma perda
material ou afetiva;
uma dificuldade financeira;
uma doença;
uma humilhação;
uma traição.
Mas a aceitação é um ato de força interior, sabedoria e humildade, pois existem inúmeras situações que não estão sob o nosso controle.
As pessoas são como são, dificilmente mudam.
Não podemos contar com isso.
A única pessoa que podemos mudar, somos nós mesmos, portanto, se não houver aceitação, o que estaremos fazendo é insensato, é insano.
Ser resistente, brigar, revoltar-se, negar, deprimir, desesperar, indignar-se, culpar, culpar-se são reações emocionais carregadas de raiva. Raiva do outro, raiva de si mesmo, raiva da vida. E a raiva destrói, desagrega.
A aceitação é uma força que desconhecemos porque somos condicionados a lutar, a esbravejar, a brigar.
Aceitar não é desistir, nem tão pouco resignar-se.
Aceitar é estar lúcido do momento presente e se assim a vida se apresenta, assim deve ser.
Tudo está coordenado pela Lei da ação e reação.
No instante em que aceitamos, desmaterializamos situações que foram criadas por nós, soluções surgem naturalmente através da intuição ou fatos trazem as respostas e as saídas para o problema.
Tudo é movimento.
Nada é permanente.
Nossa tendência “natural” é resistir, não aceitar combater tudo o que nos contraria e o que nos gera sofrimento. Dessa forma prolongamos a situação. Resistir só nos mantém presos dentro da situação desconfortável, muitas vezes perpetuando e tornando tudo mais complicado e pesado.
Quando não aceitamos nos tornamos amargos, revoltados,frustrados, insatisfeitos, cheios de rancor e tristeza, e esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades, nunca trazem solução.
Aceitar é expandir a consciência e encontrar respostas, soluções, alívio.
Aceitar é o que nos leva à Fé.
É fundamental entender que aceitar não significa desistir e seguir adiante com otimismo.
Ter muitos propósitos a serem atingidos é nossa atitude saudável diante da vida.
Aceitar se refere ao momento presente, ao agora.
No instante que você aceita, você se entrega ao que a vida quer-lhe oferecer. Novas idéias surgem para prosseguir na direção desejada, saindo do sofrimento.
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